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Thalidomide Celgene overview

Thalidomide Celgene em combinação com melfalano e prednisona para tratamento de primeira linha  para doentes com ≥ 65 anos de idade com mieloma múltiplo não tratado ou não elegíveis para tratamento com altas doses de quimioterapia.

Thalidomide Celgene é prescrita e dispensada de acordo com o Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene

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Drug Details
Thalidomide Celgene
Drug description :

Cada cápsula contém 50 mg de talidomida. Excipiente: Cada cápsula contém 257,2 mg de lactose

Presentation :

Cápsula Cápsulas opacas de cor branca marcadas com “Thalidomide 50 mg Celgene”.

Indications :

Thalidomide Celgene em combinação com melfalano e prednisona para tratamento de primeira linha  para doentes com ≥ 65 anos de idade com mieloma múltiplo não tratado ou não elegíveis para tratamento com altas doses de quimioterapia.

Thalidomide Celgene é prescrita e dispensada de acordo com o Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene

Adult Dosage :

O tratamento com talidomida apenas deve ser iniciado e monitorizado sob a supervisão de médicos especializados na gestão de agentes imunomoduladores ou quimioterapêuticos e um total conhecimento dos riscos do tratamento com talidomida e requisitos de monitorização.

Posologia recomendada para adultos:

A dose oral recomendada é de 200 mg por dia.

Deve utilizar-se um máximo de 12 ciclos de 6 semanas.

Thalidomide Celgene deve ser tomada sob forma de dose única ao deitar de modo a reduzir o impacto da sonolência. Thalidomide Celgene pode ser tomada com ou sem alimentos.

Os doentes devem ser monitorizados em caso de: episódios tromboembólicos, neuropatia periférica, erupções e reacções cutâneas, bradicardia, síncope e sonolência. Poderá ser necessário proceder a um atraso, redução ou interrupção da dose consoante o grau NCI CTC.

Episódios tromboembólicos:
A tromboprofilaxia deve ser administrada durante pelo menos os 5 primeiros meses de tratamento, sobretudo no caso de doentes com factores de risco trombótico adicionais. Devem recomendar-se fármacos de profilaxia anti-trombótica, tais como heparinas de baixo peso molecular ou varfarina. A decisão de administração de medidas profiláticas anti-trombóticas deve tomar-se após uma cuidadosa avaliação dos factores de risco subjacentes a cada doente individualmente.

Se o doente evidenciar episódios tromboembólicos, deve suspender-se o tratamento e iniciar-se uma terapia anticoagulante normal. Uma vez o doente estabilizado no tratamento anticoagulante e após resolução de quaisquer complicações do episódio tromboembólico, o tratamento com a talidomida pode ser retomado com a dose inicial consoante a avaliação risco/benefício. O doente deve continuar a terapia anticoagulante durante o tratamento com a talidomida.

Neuropatia periférica:
As alterações da dose devido a neuropatia periférica estão indicadas no Quadro 1. Quadro 1: Alterações da dose recomendada de Thalidomide Celgene associadas a neuropatia no tratamento de primeira linha do mieloma múltiplo.

Gravidade da Neuropatia Alteração da dose e Regime
Grau 1 (parestesia, fraqueza e/ou perda de
reflexos) sem perda de função
Continuar a monitorizar o doente através de
exame clínico. Deve considerar-se uma
redução da dose caso se verifique um
agravamento dos sintomas. No entanto, a
redução da dose não conduz necessariamente à
melhoria dos sintomas.
Grau 2 (interferindo com a função mas não
com as actividades diárias)
Reduzir a dose ou interromper o tratamento e
continuar a monitorizar o doente mediante
exame clínico e neurológico. Se não houver
melhoria ou se for evidenciado um
agravamento contínuo da neuropatia, suspender
o tratamento. Se a neuropatia evoluir para o
Grau 1 ou melhor, o tratamento pode ser
retomado se a relação risco/benefício for
favorável
Grau 3 (interferindo com as actividades diárias) Suspender o tratamento
Grau 4 (neuropatia incapacitante) Suspender o tratamento

Idosos:
Não há qualquer recomendação quanto a ajustes específicos de dose para idosos.

Doentes com disfunção renal ou hepática:
Thalidomide Celgene ainda não foi formalmente estudada em doentes com disfunção renal ou hepática. Não estão disponíveis recomendações de dose específicas para estas populações de pacientes. Os pacientes com grave disfunção de órgãos devem ser cuidadosamente monitorizados
relativamente a reacções adversas.

Crianças e adolescentes:
Thalidomide Celgene não é recomendada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade, uma vez que a sua segurança e eficácia ainda não foram comprovadas.

 

Contra Indications :

– Hipersensibilidade à talidomida ou a qualquer um dos excipientes.
– Mulheres grávida.
– Mulheres em idade fértil excepto se reunidas todas as condições do Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene.
– Doentes incapazes de seguir ou cumprir com as medidas de contracepção exigidas.

Special Precautions :

Efeitos teratogénicos:
A talidomida é um potente agente teratogénico no ser humano indutor de uma taxa elevada de anomalias congénitas graves e potencialmente fatais. A talidomida nunca deve ser usada por mulheres grávidas ou por mulheres que possam vir a engravidar, a menos que sejam satisfeitas
todas as condições do Programa de Prevençã de Gravidez Thalidomide Celgene. As condições do Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene devem ser cumpridas por todos os doentes de ambos os sexos.

Critérios para mulheres em idade infértil:
Uma doente do sexo feminino ou uma parceira de um doente do sexo masculino é considerada estando em idade fértil excepto se reunido pelo menos um dos seguintes critérios:

  • Idade > a 50 anos e se tiver amenorreia há > 1 ano*
  • Insuficiência ovárica prematura confirmada por um ginecologista especializado
  • Salpingo-ooforectomia bilateral prévia ou histerectomia
  • Genótipo XY, síndrome de Turner, agenesia uterina.

*A amenorreia posterior a uma terapia cancerígena não exclui uma potencial fertilidade.

Aconselhamento:
Para mulheres em idade fértil, a talidomida é contra-indicada excepto se reunidas todas as seguintes condições:

  • A mulher deverá entender o risco teratogénico para o feto
  • A mulher deverá entender a necessidade de seguir uma contracepção eficaz, sem interrupção, 4 semanas antes de iniciar o tratamento, durante a totalidade da duração do tratamento, e 4 semanas após ter terminado o tratamento
  • Mesmo se tiver amenorreia, uma mulher em idade fértil deverá seguir todos os conselhos para uma contracepção eficaz
  • A mulher deverá ser capaz de cumprir as medidas de contracepção eficaz
  • A mulher deverá estar informada e entender as potenciais consequências da gravidez e a necessidade de verificar rapidamente se existe risco de gravidez
  • A mulher deverá entender a necessidade de iniciar o tratamento logo que a talidomida seja dispensada, após um teste de gravidez negativo
  • A mulher deverá entender a necessidade e aceitar fazer o teste de gravidez de 4 em 4 semanas
  • A mulher deverá confirmar que entendeu os riscos e as precauções necessárias resultantes da utilização da talidomida.

Devido à presença da talidomida no esperma, os doentes do sexo masculino que estejam a tomar talidomida devem reunir as seguintes condições:

  • Entender o risco teratogénico aquando de uma actividade sexual com uma mulher grávida.
  • Entender a necessidade da utilização do preservativo aquando de uma actividade sexual com uma mulher grávida ou com uma mulher que possa vir a engravidar e que não esteja a recorrer a uma contracepção eficaz.

O prescritor deverá assegurar-se de que:

  • doente cumpre as condições do Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene.
  • doente confirma que entendeu as condições supracitadas.

Contracepção:
As mulheres em idade fértil devem usar um método de contracepção eficaz durante 4 semanas antes de iniciar o tratamento, durante o tratamento e durante 4 semanas após ter terminado o tratamento com talidomida e mesmo em caso de suspensão da dose, excepto se a doente se comprometer em fazer uma abstinência absoluta e continuada confirmada todos os meses. Caso não se estabeleça um método de contracepção eficaz, o doente deverá consultar de preferência um médico para aconselhamento contraceptivo para que a contracepção possa ser iniciada.

Os seguintes exemplos podem ser considerado métodos de contracepção eficazes:

  • Implante hormonal subcutâneo
  • Dispositivo intra-uterino de libertação de Levonorgestrel (DIU)
  • Acetato de medroxiprogesterona
  • Laqueação das trompas
  • Relação sexual apenas com um parceiro de sexo masculino vasectomizado; a vasectomia terá de ser confirmada com duas análises negativas ao esperma
  • Comprimidos contendo apenas progesterona para inibir a ovulação (ex.: desogestrel)

Atendendo ao elevado risco de tromboembolismo venoso em doentes com mieloma múltiplo, não são recomendados comprimidos contraceptivos orais combinados. Caso uma doente esteja a usar um método de contracepção oral combinado, deverá mudar e optar por um dos métodos eficazes supracitados. O risco de tromboembolia venosa mantém-se durante 4 a 6 semanas após a interrupção do método de contracepção oral combinado.

Testes de gravidez:
Devem ser realizados testes de gravidez clinicamente assistidos com um mínimo de sensibilidade de 25 mUI/ml em mulheres em idade fértil, conforme a seguir se indica. Este requisito inclui mulheres em idade fértil que pratiquem uma abstinência absoluta e contínua.

Antes de iniciar o tratamento
Deverá ser realizado um teste de gravidez sob supervisão médica durante a consulta, aquando da prescrição da talidomida ou nos 3 dias anteriores à consulta no médico, partindo do princípio que a doente tenha utilizado um método de contracepção eficaz durante pelo menos 4 semanas. O teste
deverá comprovar que a doente não está grávida qando iniciar o tratamento com a talidomida.

Acompanhamento e fim do tratamento
Deverá ser repetido um teste de gravidez sob supervisão médica de 4 em 4 semanas, incluindo 4 semanas após o fim do tratamento. Estes testes de gravidez devem ser realizados no dia da consulta em que ocorrer a prescrição ou nos 3 dias anteriores à consulta no médico.

Homens:
Devido à presença da talidomida no esperma, os doentes do sexo masculino devem recorrer ao uso de preservativos durante o tratamento e durante 1 semana após a interrupção da dose e/ou a conclusão do tratamento se a parceira estiver grávida ou estiver em idade fértil e não usar um método de contracepção eficaz.

Restrições de prescrição e de administração:
As prescrições de Thalidomide Celgene devem ser limitadas a 4 semanas de tratamento no caso das mulheres em idade fértil, sendo necessária uma nova prescrição para que o tratamento possa prosseguir. A prescrição, a dispensa e a execução dos testes de gravidez devem ser realizadas
preferencialmente no mesmo dia. A dispensa da ta idomida deverá ocorrer no prazo máximo de 7 dias após a sua prescrição.

No caso de todos os outros doentes, as prescrições de Thalidomide Celgene devem limitar-se a 12 semanas e será necessária uma nova prescrição para que o tratamento possa prosseguir.

Outras precauções:
Os doentes devem ser informados de que nunca devem dar este medicamento a outra pessoa e que devem devolver as cápsulas não usadas ao seu farmacêutico no fim do tratamento.

Os doentes não devem doar sangue ou esperma durante o tratamento ou 1 semana após a interrupção da talidomida.

Materiais educativos:
De forma a ajudar os doentes a evitar a exposição fetal à talidomida e para disponibilizar importantes informações de segurança adicionais, o titular da Autorização de Introdução no Mercado colocará à disposição dos profissionais de saúde material educativo. O Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene reforça os avisos sobre a teratogenicidade da talidomida, faculta aconselhamento sobre contracepção antes do início do tratamento e dá orientação sobre a necessidade de realização de testes de gravidez. Deverá também ser facultado ao doente informação detalhada sobre o risco teratogénico e as medidas preventivas de gravidez conforme estipulado no Programa de Prevenção de Gravidez Thalidomide Celgene, que deve ser dado pelo médico à mulher em idade fértil e aos doentes de sexo masculino sempre que considerar oportuno.

Trombose venosa profunda e embolia pulmonar:
Um risco acrescido de trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP) tem sido constatado em doentes tratados com talidomida. O risco parece ser maior durante os primeiros 5 meses do tratamento. As recomendações relativas a tromboprofilaxia e dosagem/terapia anti coagulante estão.

Historial anterior de ocorrências tromboembólicos ou administração em combinação com agentes eritropoiéticos ou outros agentes, tais como terapêutica hormonal de substituição, também podem aumentar o risco trombótico nestes doentes. Por conseguinte, estes agentes devem ser utilizados com cuidado nos doentes com mieloma múltiplo tratados com talidomida, com prednisona e melfalano.

Particularmente, uma concentração de hemoglobina superior a 12g/dl deve implicar a interrupção dos agentes eritropoiéticos.

Recomenda-se que os doentes e os médicos estejam atentos aos sinais e sintomas de tromboembolismo. Os doentes deverão receber instruções no sentido de procurarem assistência médica caso desenvolvam sintomas tais como falta de ar, dores no peito, tumefacção dos braços ou pernas.

Neuropatia periférica:
A neuropatia periférica é uma reacção adversa muito frequente, potencialmente grave, do tratamento com talidomida, podendo resultar em danos irreversíveis. Num estudo de fase 3 o tempo médio para a primeira ocorrência de neuropatia foi de 42,3 semanas.

Recomenda-se uma atenta monitorização dos doentes para detecção de sintomas de neuropatia. Os sintomas incluem parestesia, disestesia, desconforto, coordenação anormal ou fraqueza.

Recomenda-se a realização de exames clínicos e neurológicos aos doentes antes do início do tratamento com talidomida e a execução de monitorização de rotina regularmente durante o tratamento.

Os medicamentos conhecidos por estarem associados à neuropatia devem ser usados com precaução pelos doentes aos quais é administrada talidomida.

A talidomida poderá também agravar a neuropatia já existente e, como tal, não deverá ser usada por doentes com sinais ou sintomas clínicos de neuropatia periférica, excepto se os benefícios clínicos prevalecerem em relação aos riscos envolvidos.

Síncope e bradicardia:
Os doentes devem ser monitorizados quanto a possíveis síncopes ou bradicardias e pode ser necessário proceder a uma redução ou interrupção da dose.

Reacções cutâneas:
Se em qualquer altura o doente apresentar uma reacção cutânea tóxica (por ex., Síndrome de Stevens- Johnson), o tratamento deverá ser interrompido permanentemente.

Sonolência:
A talidomida causa frequentemente sonolência. Os doentes devem ser informados para evitarem situações em que a sonolência pode tornar-se um problema e devem procurar aconselhamento médico antes de tomarem outros medicamentos conhecidos por causarem sonolência. Os doentes deverão ser monitorizados e pode ser necessária uma redução da dose.

Os doentes devem ser avisados quanto a uma possível diminuição das suas capacidades mentais e/ou físicas necessárias à execução de tarefas potencialmente perigosas.

Doentes com disfunção renal ou hepática:
Os doentes com disfunção renal ou hepática grave devem ser cuidadosamente monitorizados para detecção de efeitos adversos.

Intolerância à lactose:
As cápsulas contêm lactose. Os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp ou má absorção de glucose e galactose, não devem tomar este medicamento.

Interactions :

A talidomida é um substrato com fraca ligação às isoenzimas do citocromo P450 e, como tal, são improváveis interacções clinicamente significativas com medicamentos metabolizados por este sistema enzimático.

Aumento dos efeitos sedativos de outros medicamentos:
A talidomida tem propriedades sedativas pelo que poderá potenciar a sedação induzida pelos ansiolíticos, hipnóticos, antipsicóticos, anti-histamínicos H1, derivados dos opiáceos, barbitúricos e álcool. Deve ter-se particular atenção quando a talidomida é administrada juntamente com
medicamentos que provocam sonolência.

Efeitos bradicárdicos:
Devido ao potencial da talidomida para induzir bradicardia, deverá ter-se particular atenção com medicamentos que tenham o mesmo efeito farmacodinâmico como substâncias activas que induzem torsade de pointes, bloqueadores beta ou agentes anticolinesterasicos.

Medicamentos conhecidos por causarem neuropatia periférica:
Os medicamentos conhecidos por estarem associados à neuropatia periférica (por ex., vincristina e bortezomib) devem ser usados com precaução nos doentes que tomam talidomida.

Contraceptivos hormonais:
A talidomida não interage com métodos de contracepção hormonais. Em 10 mulheres saudáveis, foram estudados os perfis farmacocinéticos da noretisterona e do etinilestradiol após a administração de uma dose única contendo 1,0 mg de acetato de noretisterona e 0,75 mg de etinilestradiol. Os resultados foram idênticos com e sem administração em combinação com talidomida 200 mg/dia em relação aos níveis do estado estacionário. Contudo, os métodos de contracepção hormonais combinados não são recomendados devido ao risco acrescido de doença tromboembólica venosa.

Varfarina:
Uma administração de dose múltipla de 200 mg de talidomida por dia durante 4 dias não teve qualquer efeito sobre o valor da Razão Normalizada Internacional (RNI) em voluntários saudáveis. Contudo, devido ao risco acrescido de trombose em doentes com cancro e ao metabolismo potencialmente acelerado da varfarina com corticosteróides, é aconselhada uma monitorização apertada dos valores de RNI durante o tratamento em combinação com talidomida-prednisona, bem como durante as primeiras semanas após a conclusão destes tratamentos.

Digoxina:
A talidomida não interage com a digoxina. Em 18 voluntários saudáveis do sexo masculino, uma administração com dose múltipla de 200 mg de talidomida não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética numa dose única de digoxina. Além disso, a administração de uma dose única de 0,5 mg de digoxina não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética da talidomida.

Desconhece-se se o efeito será diferente em doentes com mieloma múltiplo.

Adverse Reactions :

Foram registados dezoito casos de sobredosagem na literatura respeitante às dosagens até 14,4 g. Não foram registados acidentes mortais e todos o doentes com sobredosagem recuperaram sem sequelas.

Não há antídoto específico para uma sobredosagem de talidomida. Na ocorrência de uma Nobredosagem, os sinais vitais do doente devem ser monitorizados e prestados cuidados de apoio apropriados para manter a pressão sanguínea e o estado respiratório.

 

Manufacturer :

Celgene Europe Ltd

Drug Updated :

13 October 2009

Niemann-Pick Type C The prognosis of patients with diabetes is improved by interventions that reduce HbA1C Chronic Kidney Disease (CKD) is characterised by a gradual and permanent loss of kidney function that worsens as it progresses from stages 1 to 5. One of the most common complications of CKD is anaemia. Opioid and Pain Management - understanding, management, diagnosis and treatment information
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